Seu acesso ao montanhismo no Espírito Santo
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Pedra da Ilha do Boi (Vitória)

Pedra Ilha do Boi

Literalmente encravada dentro da cidade de Vitória, a Pedra da Ilha do Boi se tornou o point de encontro da galera, principalmente a noite. O local é perfeito: estacionou o carro, atravessou a rua, e ao lado da calçada esta a pedra com cerca de 15 metros de altura, com grama na base e uma ótima iluminação artificial.

Na face mais alta, estão as vias, “Das Damas 4º”, “Dos Machos 6ºsup”, e a direita a via mais forte do local: “Xixi 7c”, com uma saída boulderística. Existe ainda área para se montar Top Rope em uma parede dinamitada com vias de 5º à 6º graus, e outras três vias menores em agarrinhas de 3º a 4º graus.

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Gruta da Onça (Vitória)

Gruta da Onça

Localizado do centro de Vitória, a área faz parte de um parque municipal que apresenta cobertura vegetal de grande beleza, formada por arbustos, árvores de grande porte representantes regionais da mata atlântica e local, 03 nascentes e uma formação rochosa denominada Gruta da Onça, que dá nome ao local.

Na sua parede rochosa existe a via “Tiazinha 4ºVsup” com 120 metros, distribuídos em quatro enfiadas de 30 metros. E uma escalada no estilo de agarras e aderência, tendo na primeira enfiada bastantes cristais. Permite um belo visual da Grande Vitória, com a Pedra do Penedo ao fundo.

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Morro do Moreno (Vila Velha)

Morro do Moreno
 
Este é o local que mais concentra vias na região da Grande Vitória, cerca de 40, o que o tornou o local mais frequentado para as ‘escaladas urbanas’.

O Morro do Moreno esta rodeado por dois belos cartões postais do ES: o Convento da Penha e a Terceira Ponte. Seguindo no sentido Vila Velha x Vitória pela Terceira Ponte, esse complexo se parece com o perfil de uma macaca deitada, e devido a isso os escaladores locais dividem o Morro do Moreno em três setores: Testa, Boca e Barriga da Macaca.

As vias presentes são na maioria técnicas e esportivas, com média de 10-15 metros de extensão. As vias mais clássicas são: “Sargento 4º” e “Maria Mole 5º” no Setor da Testa, “Noventa Graus 6º” e “Conseqüência de Uma Seqüência 7b” na Boca, “Aranhas 4ºVI” e “As Aparências Enganam 7ª” na Barriga.

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Morro do Penedo (Vila Velha)

Localizado nas proximidades do Porto de Capuaba, possui 136 m de altitude. Imponente, compõe um dos mais belos cenários da baía de Vitória, inclusive podendo ser observado durante a noite devido a iluminação que o destaca. Apesar de toda maravilhosa face rochosa desta pedra está voltada para Vitória, o Penedo pertence a Vila Velha, banhado pela baía de Vitória.

Na sua face frontal, possui uma via conquistada em 1951 que vai até o cume. Para se chegar na base da pedra, é preciso atravessar a baía de barco, e desembarcando começar a escalar. A via tem trechos de escalada em livre no início, com algumas passadas em artificial em cliff no meio e finalizando em um costão com vegetação até o cume. A descida é pela lateral através de cabos de aço, e depois retorna-se para Vitória de barco.

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Complexo de Viana (Viana)

Complexo de Viana

Este local se mostra como um dos mais promissores para o desenvolvimento da escalada na região da Grande Vitória. Recebeu este nome por abrigar uma grande quantidade de paredes rochosas que possibilitam diferentes estilos de escalada.

A parede mais explorada até o momento é a Falésia do Capeta, que conta com 10 vias abertas, com destaque para: “Mi Aprendi 5º”, “Twiste Carpado 7b” e “Priapismo 8a”. As vias possuem de 15 a 25 metros de extensão em agarras e batentes, se caracterizando como vias de resistência em parede vertical. Outra falésia começou a ser explorada, já abrigando uma via no mais puro estilo de escalada em móvel: a “Morcegos Me Mordam”, uma fenda diagonal de 35 metros.

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Falésia do Xister (Santa Teresa)

Falésia do Xister

Localizada as margens da estrada que liga as cidades de Santa Teresa a Colatina, é uma ótima opção de escalada no período da tarde, por ficar na sombra.

A falésia tem cerca de 40 metros de altura e conta com cerca de 10 vias, de variados graus de dificuldade, em agarras e aderência.

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Pedra do Mosteiro (Ibiraçu)

Pedra do Mosteiro
 
A caminho do Mosteiro Zen Budista se encontra esta parede que fica na maior parte do ano com sombra no período da tarde. Aos pés da parede existem os trilhos por onde passa o trem no percurso Vitória x Minas. Por várias vezes durante a escalada, o maquinista apita o trem avisando que esta nos vendo na parede escalando.

Devido a este acontecimento, a via foi batizada de “Trem Fantasma 4ºVIIa(A1/VIIa)”. Esta é uma via de 320 metros bem completa, possibilitando escalada em agarras, lance de aderência, domínios, um pequeno teto, e ainda uma passagem de artificial em cliff que pode ser feita em livre, graduada em VIIa. Conta com Livro de Cume.

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Laje das Pedras (Guarapari)

Laje das Pedras 

Este conjunto fica no distrito de Buenos Aires, com acesso pela rodovia do Sol, entrando a direita no sentido Vitória x Guarapari.

A via “Lídio Alvarenga 4ºVsup” é uma escalada em agarras, com cerca de 170 metros, e do seu cume possibilita um belo visual do litoral.

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Pedra de Iguape (Guarapari)

Pedra de Iguape

Esta pedra se localiza na BR101 ao lado direito antes do trevo de Guarapari, no sentido Vitória x Guarapari.

Impressiona pelo seu formato, abrigando uma recente conquista: a via “Diamante de Mendigo 4ºV”, com 5 enfiadas e 200 metros de extensão. Possui uma travessia de 50 metros horizontais no meio da via . O acesso até a base da via se dá por costões, e o retorno e por caminhada também por costões após estar no cume, não sendo necessário fazer rapel.

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Conglomerado do Itabira (Cachoeiro de Itapemirim)

Conglomerado do Itabira

O Pico do Itabira (em tupi-guarani: Pedra Empinada) é uma enorme agulha de granito com cerca de 400 metros em forma de um dedo indicador. É a montanha mais importante do conglomerado possuindo três vias de acesso ao cume: a clássica “Sílvio Mendes” (1947), “Chaminé Cachoeiro” (1960) em um belo conjunto de fendas e chaminés, e a “Face Nordeste” (1999), esta última um Big Wall possivelmente com repetição em dois dias. Esta é uma das montanhas que mais representam a escalada no ES.

Além do Pico do Itabira, o local conta com outras grandes paredes rochosas aos seus arredores, e por isso passou a se chamar ‘Conglomerado do Itabira’, concentrando um dos maiores números de vias longas do Estado. As menores com 100 metros, e as maiores com até 400 metros de extensão, predominando em escaladas de aderência e agarras. As mais clássicas são: “25 de Dezembro 3ºIV”, “Patrick  4ºVsup”, “Macaco 5ºVIsup” e “Lagarto 5ºVI(A1/VIIc)”. É um local ideal para se passar o final de semana, acampado na base do conjunto, e realizando belas escaladas.

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O Frade e a Freira (Rio Novo do Sul)

O Frade e a Freira

Duas montanhas geminadas que formam a figura de dois religiosos. Com 683 metros de altitude, é motivo de cartões postais e encanto de turistas e capixabas.

O Frade conquistado em 1985, é escalado sem grandes dificuldades pelo seu costão de 200 metros. A Freira pode ser escalada pela via “Amâncio Silva 4ºA1” (1948), com cerca de 150 metros de extensão. Para se escalar a Freira é preciso uma logística, que geralmente compreende em: Deixando o carro no início do costão do Frade, subi-lo no final da tarde para pernoitar (em bivaque) no seu cume. Pela manhã bem cedo se faz uma seqüência de três rapeis de 50 metros, sendo dois negativos, pelo face que compreende o rosto do Frade e se caminha pelo colo que liga as duas montanhas, até a base da via da Freira, situada em seu rosto. O início da via é em artificial fixo, depois uma chaminé e segue até o cume em escalaminhada: uma visão magnífica de parte do litoral capixaba. O retorno se faz rapelando a via e, depois que se esta na base começam uma séria de rapeis por dentro da mata íngrime, locaizada por detrás do conjunto, até sair em uma estrada de terra, por onde se sobe caminhando até o carro, que esta no início do costão do Frade. É uma verdadeira ‘escalada de aventura’, inesquecível.

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Três Pontões (Afonso Cláudio)

Três Pontões

Um conjunto de agulhas verticais com cerca de 400 metros de altura formam este imponente complexo rochoso. Sua conquista data de 1958 e foi realizada pela difícil chaminé de cinqüenta metros, que possui apenas um grampo a 25 metros da base. A segunda via conquistada nesta montanha, a Chaminé Afonso Cláudio, de 1970, é um conjunto de fendas e chaminés, sem nenhum grampo e está situado na face norte.

Na sua agulha direita esta a via “Inferno na Torre 4ºVsupA0” conquistada em 1995, com cerca de 80m de extensão, localizada no Pontão do Dedinho. O Dedinho impressiona pelo seu formato, por ter a base mais estreita que o cume, dando a impressão que vai tombar. Apesar da via ser relativamente curta, do local que se inicia a escalada, se esta a centenas de metros de altura, dando grande emoção a escalada. O cume é pequeno e tem Livro de Cume para deixar suas impressões sobre a escalada. Uma escalada fantástica!

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